Teve gente que apreciou meus trabalhos...
Minhas criações...
Meus textos...
Meu gato Romeu...
Teve gente que apenas olhou...
Que expiou...
Que se inspirou...
Que copiou...
Que ajudou...
Que prestigiou...
Que falou...bem...
Que falou mal...
Que colaborou...
Que fotografou...
Que admirou...
Teve gente que fez cara de espanto...
Que ficou de boca aberta...
Teve gente que torceu o nariz...
Que nem ligou...
Que nem quis ver...
Que me visitou...
Que me conheceu...
Que gostou...
Que não gostou...
Que comprou...
Teve gente que malhou...
Que se afastou...
Teve gente que se aproximou de mim...
do meu trabalho...
teve gente que ficou...pra sempre...em meu coração...
Para aqueles que passaram...
Para aqueles que ficaram...
E para todos que de alguma forma contribuíram para meu crescimento...
E aprendizado diário...
Desejo um Feliz Natal...
Com muita paz...
Muita saúde...
Muita fé...
Muita força...
Que em 2009...sejamos todos...
Felizes...
Que em 2009 os sentimentos sejam duradouros...
Sejam verdadeiros...
Sejam intensos...
Feliz tudo...pra todos...!!!
Carla Pianchão
domingo, 21 de dezembro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Arte da Carla apresenta...


Vou ali e volto já...
Vou de jeans e all star...
Maquiagem nem pensar...
Só um baton e olhe lá...
Os cabelos ...vou prender...
Pra realçar o olhar...
Mas se o vento soltar...
Tudo bem...vou deixar...
Não vou só...
Vou com ela...
Toda linda...e colorida...
Que tem um laço na flor...
Sem compromisso com a cor...
Carla Pianchão
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
produção...

Foram horas...dias...meses...
De muito trabalho...
Almofadinhas...
Corações...
Bolsinhas...
Gatos...
Comprinhas...
Tecidinhos...que foram lavados...
Passados...
Cortados...
E transformados...em sonhos...
Foram muitas horas em meu cantinho...
Costurando...
Pensando...
E entre uma paradinha e outra...
Uma foto...
Um oi...
Um muito obrigada...
Uma lágrima...diante daquela mensagem...
Uma gargalhada...com vontade...
Uma espreguiçada necessária...
Um cochilada merecida...
Uma surpresa...diante de tanto carinho...
Uma emoção...
Muitas emoções...(meu querido Roberto Carlos... que eu assumo... que adoro...).
Muitos sentimentos...misturados...
Muitos...
Que movimentam minha vida...meu coração...
Que me alimentam...
Que me ensinam...
Sentimentos...que fazem parte...
E vai ser assim...
Porque esse show...
Ainda não terminou...
Ainda falta muito...
Carla Pianchão
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Arte da Carla...fazendo sua parte...

Embalagens...que serão um brinde...para quem adquirir os produtos Arte da Carla...
Toda vez que você optar por uma sacola de pano, invés das sacolas de plásticos descartáveis, você estará agindo a favor do meio ambiente...faça sua parte...é sua atitude que conta...
Chita é um tecido de algodão com desenhos de grandes flores coloridas. O tecido surgiu na Índia e, há tempos, já servia de toalha de mesa em casas de pau-a-pique brasileiras.
O problema do lixo produzido pelas sacolas de plástico, que levam cerca de 500 anos para se decompor, é uma realidade. Só no Brasil são distribuídas 33 milhões por dia.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Produção...
domingo, 21 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Veio lá de cima...
Estava bordando...no meio de um silêncio quase ensurdecedor...
De repente...ploft...
E sem que eu tivesse tempo para pensar no que seria...ouvi de novo...
Ploft...e ploft...e ploft...e uma seqüência interminável de plofts...me fez correr até a janela e perceber ...ainda sem acreditar...que eram pedras...enormes ...de gelo...
Rapidamente quis fotografar...porque pensei...
Ninguém vai acreditar se eu disser que as pedras eram do tamanho de um cubo de gelo...
Corria pela casa...fechando as janelas...porque as pedras entravam por elas...
Batiam nos vidros...
Corri para desligar as máquinas e o computador...nunca tive tanta dificuldade para achar aquele xizinho...que fecha as páginas...o mouse...não deslizava...como sempre...e mesmo depois de achar o xizinho...parece que o cp queria ficar e ver de perto tudo aquilo...porque demorou mais do que o normal para encerrar...
O João ficou enlouquecido...vibrava...e dizia...que doido mãe...que doido...vai entender o que se passa na cabeça de um adolescente...
A chuva foi indo embora e levou com ela a luz...mais uma vez fiquei no escuro...sem máquina...sem cp...e sem poder me mexer...o que pra mim...é enlouquecedor...
Mais tarde chega meu marido...com o para brisa do carro estilhaçado...o teto do carro todo afundado...e a Maria que ele buscou no balé...me dizendo eufórica...
Nossa mãe foi muito legal...minha escola ficou cheia de gelo...
E eu ...que ainda a vejo como “minha Maria” perguntei...você não teve medo???
Claro que não mãe...tava linda a chuva...
Ser criança é isso...
Fico pensando...no estrago que essa chuva fez...
Mas ela veio lá de cima...
E novamente fico pensando...se não estamos fazendo algo errado...aqui em baixo...
Carla Pianchão

Estava bordando...no meio de um silêncio quase ensurdecedor...
De repente...ploft...
E sem que eu tivesse tempo para pensar no que seria...ouvi de novo...
Ploft...e ploft...e ploft...e uma seqüência interminável de plofts...me fez correr até a janela e perceber ...ainda sem acreditar...que eram pedras...enormes ...de gelo...
Rapidamente quis fotografar...porque pensei...
Ninguém vai acreditar se eu disser que as pedras eram do tamanho de um cubo de gelo...
Corria pela casa...fechando as janelas...porque as pedras entravam por elas...
Batiam nos vidros...
Corri para desligar as máquinas e o computador...nunca tive tanta dificuldade para achar aquele xizinho...que fecha as páginas...o mouse...não deslizava...como sempre...e mesmo depois de achar o xizinho...parece que o cp queria ficar e ver de perto tudo aquilo...porque demorou mais do que o normal para encerrar...
O João ficou enlouquecido...vibrava...e dizia...que doido mãe...que doido...vai entender o que se passa na cabeça de um adolescente...
A chuva foi indo embora e levou com ela a luz...mais uma vez fiquei no escuro...sem máquina...sem cp...e sem poder me mexer...o que pra mim...é enlouquecedor...
Mais tarde chega meu marido...com o para brisa do carro estilhaçado...o teto do carro todo afundado...e a Maria que ele buscou no balé...me dizendo eufórica...
Nossa mãe foi muito legal...minha escola ficou cheia de gelo...
E eu ...que ainda a vejo como “minha Maria” perguntei...você não teve medo???
Claro que não mãe...tava linda a chuva...
Ser criança é isso...
Fico pensando...no estrago que essa chuva fez...
Mas ela veio lá de cima...
E novamente fico pensando...se não estamos fazendo algo errado...aqui em baixo...
Carla Pianchão
domingo, 31 de agosto de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Bolsinha de costura...

Nada melhor do que juntar suas coisinhas de costura, alguns tecidinhos, e ir para casa de uma amiga querida.
Costurar, bordar ou bater um papinho.
Ou quem sabe participar daquele grupinho, que reuni todas as quartas à tarde, para tomar um chazinho, jogar conversa fora, ou contar algumas novidades que você descobriu passeando pela internet?
Falar daquele botãozinho maravilhoso que você encontrou perdido no armarinho do seu Francisco sabe aonde?
Aquele que fica ali, do lado da farmácia.
Foi pensando nestas idas e vindas que eu resolvi aumentar o tamanho da bolsinha, pra que você possa levar aquela linha a mais, e coloquei uma alça pra facilitar.
Coloque sua bolsa pessoal no ombro, aquela que você não consegue deixar pra trás, e a bolsinha de costura coloque cuidadosamente no braço, ou leve na mão.
E saia desfilando por aí com este mimo.
O agulheiro agora é maior e removível, para que você possa coloca-la em cima da mesa e dividir com suas amigas os seus alfinetinhos de bolinha e de coração.
Desta forma vou ajudar você a trabalhar o desapego.
Porque é claro que a aquela sua amiga mais esquecidinha, vai usar o seu alfinetinho, justo aquele mais bonitinho, e definitivamente ela não vai devolve-lo. Mas por favor, quando terminar o encontro, recolha suas coisinhas, pegue seu agulheiro, e coloque-o novamente no fundo da bolsa, porque isso ajuda a bolsinha a ficar sempre fofinha.
Foi pensando em vocês que fiz assim.
Um abraço
Carla Pianchão
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Bolsinha de costura


Depois de tanto tempo trabalhando com artesanato...
Ainda não consegui encontrar uma palavra que descreva com precisão...
A sensação que tenho quando termino um trabalho...
Passei dias...imaginando essa peça...
Claro que a primeira não ficou boa...
Nem a segunda...
A alça ficou curta...
O tamanho não ficou legal...
Não era bem assim...
E eu pacientemente...desmanchei...fiz de novo...e de novo...e outra vez...
Não desisti...e nem podia...porque ela já existia...no meu pensamento...
Era uma questão de tempo...
Até que terminei...e vi...aquela que imaginei ...durante dias...
Era isso...exatamente assim...
Fofinha...
Bem frufru...
Muita cor...
Bolinha...e flor...
Aí está ela...
Pra seguir...um longo caminho...
Claro que a cada uma que eu fizer...
Vou melhorar um pouquinho...
Vou mudar...um detalhe aqui...e outro ali...
Fiquei muito feliz com o resultado...
Carla Pianchão
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Novidade...
Sentar no cantinho do sofá, com a bolsinha de costura, pra fazer aquele bordadinho sem compromisso, sem pressa, que na maioria das vezes aprendemos com nossas mães ou nossa querida vovozinha, é realmente tudo de bom.A gente borda, dá uma expiadinha na novela, bate um papinho no intervalo, fica mais pertinho das crianças, do marido, não há quem não goste.
Mas é do conhecimento de todos, que o artesanato, cada vez mais, tornou-se meio de vida pra muita gente. Inclusive pra mim.
Por este motivo, depois de resistir bravamente, rendi-me ao progresso, a tecnologia.
Rendi-me as maravilhas que as máquinas, cada vez mais potentes e avançadas, vão oferecendo.
E sem abandonar, o feito a mão, o ponto por ponto, e muito menos o bordadinho da vovó, vou aproveitando, e me encantando, cada vez mais, com tudo que elas nos oferecem.
Um abraço
Carla Pianchão
sexta-feira, 25 de julho de 2008
ajuda pra lá de especial...

Maria...
Doce...meiga...
responsável demais...
observadora demais...
comportada demais...
De vez em quando ela perde a linha...
pula...rola no chão...grita...
solta uma gargalhada...
eu olho e digo...
que bom!!!
Ela é “normal”...
É criança...
Não tem medo de cair...
Ela se arrisca...por que não tem noção do perigo...
Mas estes momentos duram pouco...
Lá esta ela de novo...sentadinha..
prestando excessiva atenção no filme...
E quando é um dvd...pergunta sem nenhum constrangimento...
Posso assistir de novo?
Não entendi uma coisa...
Ou então ela aparece do nada...
Mãe...me dá um abraço?
E eu com uma das mãos ocupadas...como sempre...
Atendo a seu pedido...
E ela me cobra...
Com as duas mãos mãe...
Quero sentir você...
Eu disfarço a minha surpresa diante de tal cobrança...
E abraço forte a minha pequena Maria...
Outra hora ela chega de mansinho...
Precisa de ajuda mãe?
Não filha...
Ela insiste...
Não há nada que eu possa fazer...?
Se eu responder novamente que não...
Sei que ela vai pegar sua cadeirinha rosa...
Vai sentar perto de mim...
E vai dizer...
Então vou ficar aqui...
Olhando você...
(Carla Pianchão)
segunda-feira, 21 de julho de 2008
literalmente certificada...

Gosto muito de falar o quanto foi gratificante pra mim, participar deste processo.
Vou começar dizendo que viver de artesanato não é uma tarefa fácil. Trabalhar dentro de casa, com filhos pequenos, marido e uma casa para administrar, também não é fácil.
Talvez tenham sido estes os motivos que me fizeram abraçar com vontade a oportunidade de participar do processo para adquirir o selo de qualidade.
Quando fiquei sabendo que teria dentro da minha casa, uma pessoa, que no caso foi o Arnaldo Clemente, me ensinando como me organizar, como trabalhar dentro dos princípios da sustentabilidade, essa palavra que já havia escutado, mas pela primeira vez tive interesse de procurar saber o significado, e ainda como calcular preços, não tinha como não ser uma aluna aplicada, e tirar todo o proveito de uma oportunidade que no meu entender é única.
Claro que no princípio fiquei meio perdida, e assustada ao ver quantos erros eu cometia. Mas à medida que o processo acontecia, fui lendo todas as apostilas e normas que me foram dadas e fui me encantando, de verdade, pelo processo, porque comecei a ver mudanças gritantes no meu dia a dia, e mais do que isso, ver que pessoas investiam no nosso trabalho. Como por exemplo, quando por orientação do Arnaldo, separei os meus tecidos por cor. Sempre falo sobre este fato, porque isso pra mim era quase impossível. Achei quase uma loucura, afinal trabalho com patchwork, e tenho um mundo de tecidos. Hoje acho que não saberia mais trabalhar de outra forma. É impressionante como pequenas mudanças e pequenos detalhes fizeram toda diferença, principalmente no tempo que ganho.
Aprendi a me organizar, a prestar atenção no tempo que gasto para cada passo do meu trabalho, passei a me preocupar com sobras de materiais, prestar atenção na hora de cortar, tentando um melhor aproveitamento e doar aquilo que pra mim não serve. Hoje me preocupo com gastos desnecessários, e a organizar melhor meu espaço físico.
Presto atenção nos materiais que compro. Tive oportunidade de usar pela primeira vez o departamento de compras do Mãos de Minas também por orientação do Arnaldo.
Preocupo-me com vizinhos quando ligo minha máquina, e me preocupo com as pessoas que me ajudam quando tenho que terceirizar algum trabalho.
Poderia ficar aqui horas escrevendo sobre tudo que aprendi, mas o mais importante deste processo, é ver que nós artesãos estamos tendo oportunidade de mostrar que somos profissionais, com certeza este selo nos abre portas, valoriza e nos permite viver melhor do nosso trabalho.
Torço para que mais artesãos se interessem por este processo, participem e mais do que isso aproveitem esta oportunidade que faz toda a diferença.
Um abraço
Carla Pianchão
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